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Nervosismo engorda!

"Cientistas descobrem porque estressados comem mais". Substância que age em conjunto com cortisol é responsável por diminuição de saciedade Quem já ouviu a expressão "como de nervoso" e pensou que a pessoa, talvez com uns quilinhos a mais, estivesse mentindo, errou. Cientistas israelenses comprovaram o que a sabedoria popular já acusava: estressados comem mais. O vídeo da Hora News explica a pesquisa e mostra alguns personagens que já passaram por situações de pressão externa que os levaram a ingerir mais salgadinhos, doces e tudo que lhes aparecesse pela frente. Fonte : Sissaude,Cientistas descobrem porque estressados comem mais. Agosto, 2011.

Inmetro realiza análises do teor de gordura e de colesterol em queijos

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O Inmetro avaliou, como parte do Programa de Análise de Produtos, os teores de gordura e colesterol de 17 variedades de queijos, de tipos que apresentaram maior representatividade no mercado. Com os resultados das análises, os consumidores poderão tomar decisões conscientes e saudáveis em relação a sua alimentação. De acordo com o teste, os queijos que apresentaram os menores teores de gordura saturada, trans e colesterol foram o minas light frescal, o requeijão tradicional e tradicional light, o cottage e o queijo minas frescal na versão original. No outro extremo, os que apresentam maiores teores desses componentes foram o parmesão, o minas padrão, a mussarela, o prato lanche e o coalho. Além disso, os resultados também demonstraram que o chamado requeijão adicionado (com amido e gordura vegetal) possui uma quantidade de gordura trans muito alta. Sendo assim, sua ingestão deve ser controlada, pois o consumo desse tipo de gordura pode aumentar os níveis do colesterol ruim. Na ava...

Fome e Saciedade

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Quando estamos com muita fome, o primeiro impulso é comer tudo o que vem pela frente e repetir em seguida – sem falar na sobremesa. O problema é que o cérebro leva cerca de 20 minutos, a partir da primeira garfada, para registrar que o estômago está cheio. Portanto, quanto mais rápido você se alimentar, mais tenderá a comer e a engordar. Clique na foto para ter uma melhor visualização dos dados e textos Fonte: G1, Cérebro demora 20 minutos para registrar que estômago está cheio, Julho, 2011.

Fortaleça seu aparelho digestório

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Algumas sugestões: Ingestão de água de boa qualidade e em quantidade suficiente é imprescindível; Ingestão de fibras, os lactobacilos saudáveis, que habitam no intestino naturalmente, crescem e se multiplicam, favorecendo a produção das nove vitaminas do complexo B, da vitamina K e das enzimas, que processam a digestão dos carboidratos e proteínas. Os lactobacilos saudáveis também promovem a absorção de outros minerais, principalmente o cálcio, que é fundamental para a saúde óssea, e atuam na eliminação e metabolização do colesterol ruim, melhorando a saúde cardíaca. Eles normalizam o transito intestinal, acelerando a defecação nos casos de “intestino preso” e regularizam e formam o bolo fecal, no caso de diarreia; Invista em arroz integral, verduras verdes e legumes, as frutas, a semente de linhaça e os farelos de aveia.  Reforce o exercito dos microorganismos do bem!

Desmistificando a Gelatina

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Já ouvi muitas pessoas dizerem que a gelatina é um ótimo alimento para ser consumido, inclusive, por profissionais da área de saúde e celebridades que, muitas vezes, as consomem na busca de um retorno estético. No entanto, é lamentável constatarmos que esse alimento adquiriu um status de saudável, por conta de uma substância: o colágeno. No geral, as pessoas acham que sua pele vai ter mais elasticidade e firmeza, porém isso não procede! Consumir gelatina, em cápsulas ou em pó não melhora a elasticidade da pele e não reduz a flacidez! Tampouco, a gelatina é uma boa fonte de colágeno. Um instituto analisou várias marcas de gelatina e identificou que, entre as marcas pesquisadas, havia uma que possuía menos de 1g de colágeno por caixa. Consideremos a quantidade de absurdos: 1 porção de gelatina que corresponde a 120 gramas, contém 11 gramas de açúcar. Corantes artificiais: Vermelho 40: Presente em gelatinas de morango, suco em pó de uva, pirulitos, balas, bolinhas de chocolate, ...

SOJA: não é solução, é problema!

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Um dos alimentos que mais causam problemas na nossa saúde atualmente é a soja. No futuro, talvez vamos nos referir à soja como mais um grande erro que a ciência cometeu ao promovê-la como um alimento saudável. Esse aval para o consumo transformou a soja na principal fonte de proteínas da indústria alimentícia. Atualmente quase 60% de todos os produtos alimentícios levam soja na sua composição. A soja foi introduzida no nosso hábito alimentar de forma praticamente compulsória. Há 30 anos as merendas escolares passaram a ter "vacas mecânicas" para produção de leite de soja. Todos os fatores antinutricionais foram ignorados e descobertos mais adiante quando se analisou as consequências dessas ações nas crianças. Além de características alergênicas a soja possui na sua composição elementos que causam inúmeros problemas tanto para as crianças quanto para adultos e gestantes. Para discorrer sobre todos eles seria necessário um livro inteiro. E as autoras do livro Mães saudáveis...

Aditivos Químicos

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Preste atenção nos alimentos industrializados que você irá consumir e levar para sua casa. São os aditivos químicos que são adicionados aos alimentos para aumentar a vida de prateleira , a aparência e realçar o sabor.  Salsicha- Os conservantes mais usados em embutidos são os nitritos e nitratos, reconhecidamente carcinogênicos. Não ache que salsichas sem corante tomam-se um alimento saudável. Pudins e Iogurtes- Os corantes e conservantes são problemas. Em excesso, podem causar alergias e disfunções digestivas e metabólicas. Sempre que possível invista no iogurte caseiro. Hambúrguer- O glutamato monossódico, um reforçador de sabor já foi alvo de acusações de ser carcinogênico. Sempre que possível, substitua o hambúrguer industrializado por um caseiro. Gelatinas, Balas e Doces -   Mais uma vez, os corantes são os vilões, pelo risco de alergias. A longo prazo, há suspeitas de que possam levar a danos digestivos, metabólicos e até neurológicos.   ...